Mensagens recebidas por aplicativos, redes sociais e e-mail se tornaram parte da rotina de grande parte da população, mas entre tantos contatos surgem tentativas de fraude com ofertas falsas, pedidos urgentes ou links maliciosos, o que torna essencial saber identificar esses golpes para proteger dados pessoais, financeiros e relações profissionais.
Como identificar golpes em mensagens?
O primeiro passo para reconhecer golpes em mensagens é observar com atenção o conteúdo e o contexto da comunicação, pois criminosos exploram pressa, curiosidade e medo para levar alguém a agir sem pensar. Normalmente esse tipo de mensagem tenta gerar uma reação rápida, usando frases como “urgente”, “última chance” ou “sua conta será bloqueada em minutos”.
Alguns elementos aparecem com frequência em mensagens fraudulentas e servem como alerta imediato, permitindo que a pessoa interrompa a interação antes de clicar em algo ou compartilhar dados. Ao identificar esses sinais, a recomendação mais segura é não responder, não clicar em links e buscar confirmação por canais oficiais.
Quais são os principais sinais de alerta em golpes por mensagem?
Alguns elementos recorrentes ajudam a reconhecer golpes em mensagens, especialmente quando simulam comunicações de empresas conhecidas, bancos ou órgãos públicos. Esses sinais podem aparecer em diferentes plataformas, como WhatsApp, SMS, redes sociais e e-mail.
Entre os sinais de alerta mais frequentes em golpes por mensagem, destacam-se:
- Erros de ortografia e gramática em comunicações supostamente oficiais;
- Remetente estranho ou endereço que não corresponde ao canal oficial da empresa;
- Links encurtados ou que não deixam claro o destino da página;
- Pedidos de dados sensíveis, como senhas, códigos de verificação ou número completo do cartão;
- Ofertas exageradas, como prêmios sem sorteio ou descontos fora da realidade.
Como reconhecer golpes em WhatsApp, SMS e e-mail?
Em aplicativos de conversa, criminosos costumam se passar por contatos conhecidos ou empresas, enquanto em e-mails imitam layouts corporativos para parecer uma comunicação verdadeira.
Ao notar qualquer sinal de alerta, é recomendável confirmar a informação por outra via, sem usar links ou contatos fornecidos na mensagem suspeita. No caso de supostos familiares, vale entrar em contato pelo número antigo ou por redes sociais; para empresas, é mais seguro acessar o site oficial digitando o endereço diretamente no navegador.

Quais cuidados ajudam a evitar golpes em mensagens?
Evitar golpes em mensagens exige adotar hábitos de verificação simples, como desconfiar de pedidos de dinheiro, prêmios ou dados pessoais recebidos de forma inesperada, mesmo quando parecem vir de alguém conhecido. Manter aplicativos e sistemas atualizados também reduz brechas, já que muitas atualizações trazem correções de segurança.
Algumas práticas ajudam a reduzir bastante as chances de prejuízo e a proteger dados sensíveis no dia a dia digital:
- Confirmar a identidade do remetente por outro canal antes de tomar qualquer decisão;
- Não clicar em links recebidos em mensagens suspeitas, principalmente em promoções ou cobranças desconhecidas;
- Ativar autenticação em duas etapas em aplicativos de conversa, redes sociais e e-mail;
- Evitar enviar documentos pessoais ou fotos de documentos por chat, exceto em canais verificados;
- Verificar o endereço do site manualmente, digitando no navegador e conferindo o cadeado de segurança.
Como agir ao perceber um golpe em mensagens?
Ao identificar possíveis golpes em mensagens, o mais importante é interromper a interação imediatamente e registrar evidências, como capturas de tela e dados do remetente. Em muitos aplicativos, existe a opção de bloquear e reportar o contato suspeito diretamente na plataforma para ajudar a reduzir o alcance do golpe.
Em situações que envolvem dados bancários ou movimentações financeiras, é recomendável comunicar a instituição financeira pelos canais oficiais e monitorar as transações da conta, registrando boletim de ocorrência em caso de prejuízo. Compartilhar informações sobre golpes em mensagens com familiares, especialmente idosos ou pessoas com menos familiaridade com tecnologia, contribui para diminuir o número de vítimas e fortalecer a segurança digital coletiva.
