Em abril de 2025, uma equipe internacional de cientistas liderada pela Dra. Ayaka Nishimura, do Instituto de Ciências Ópticas Avançadas de Quioto, anunciou a descoberta de uma nova percepção cromática, batizada de “Olo“. Essa cor foi visualizada por um grupo seleto de voluntários utilizando uma técnica experimental que emprega lasers para estimular seletivamente a retina de maneira inédita.
Como a “Olo” foi descoberta?
A descoberta envolveu a colaboração de especialistas da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Utilizando lasers para estimular áreas específicas da retina, os pesquisadores conseguiram induzir a percepção da “Olo”, uma cor descrita como extremamente saturada e distinta das cores tradicionais percebidas no espectro visível.
O que torna a “Olo” única?
A “Olo” é considerada uma cor que reside fora da gama de percepção cromática humana usual. Sua descoberta abre novas possibilidades no estudo da visão e potencial aplicação em tecnologias futuras, como displays avançados e interfaces visuais inovadoras.

Impacto e aplicações futuras
A identificação da “Olo” pode ter implicações significativas em diversas áreas, incluindo:
- Tecnologia de exibição: Desenvolvimento de telas capazes de reproduzir uma gama de cores mais ampla.
- Design e arte: Incorporação de novas percepções cromáticas em obras visuais.
- Neurociência: Avanços na compreensão de como o cérebro processa estímulos visuais.
A descoberta da “Olo” representa um marco na ciência da visão, desafiando nossos conceitos sobre percepção de cores e abrindo caminho para inovações tecnológicas e artísticas. À medida que pesquisas adicionais são conduzidas, poderemos entender melhor como essa nova cor pode ser integrada em nosso cotidiano.
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