O cenário de segurança para motocicletas no Brasil tem se mantido como pauta relevante em 2025, especialmente diante do aumento dos índices de furtos observados nas principais cidades do país. De acordo com levantamentos recentes, alguns modelos de motos continuam sendo alvo preferencial dos criminosos, tanto pela facilidade de revenda de peças quanto pelo alto volume de circulação nas ruas. A escolha desses veículos pelos ladrões se sustenta em características específicas, como valor de mercado, simplicidade mecânica e demanda constante por acessórios e componentes.
As motos mais procuradas pelos criminosos em 2025, além de integrarem listas de utilitários para entregadores e uso diário no transporte urbano, possuem manutenção acessível e registro elevado nas bases das montadoras. Esse contexto leva muitos proprietários a adotar ainda mais rigorosas práticas de proteção, buscando diminuir o risco de entrar nas estatísticas crescentes de furtos veiculares.
Quais são as motos mais visadas pelos ladrões em 2025?
A palavra-chave “motos mais visadas” ocupa posição central quando o assunto é segurança nas grandes metrópoles brasileiras. Em 2025, modelos de baixa e média cilindrada dominam o ranking de veículos mais furtados, reflexo do perfil do consumidor e da utilidade que esses veículos proporcionam no cotidiano. Entre as mais citadas em relatórios de seguradoras e registros policiais, destacam-se:
- Honda CG 160
- Honda Biz 125
- Honda CB 300F Twister
- Honda XRE 300
- Yamaha Fazer 250
- Yamaha YBR 150
Esses modelos se destacam pela grande presença no mercado, preços acessíveis, e facilidade de comercialização das peças, tornando-os alvos recorrentes de ladrões, principalmente em áreas urbanas onde a fiscalização pode variar bastante de região para região.
Por que alguns modelos são mais vulneráveis ao furto?
A vulnerabilidade das motos mais visadas está geralmente ligada ao volume de unidades rodando nas cidades e à procura por peças no mercado paralelo. Fatores como sistemas de segurança menos avançados, simplicidade na ignição e ausência de dispositivos antifurto contribuem para o aumento dos riscos. Além disso, grande parte dos crimes ocorre em áreas com pouca iluminação ou baixo fluxo de pessoas, facilitando a ação dos criminosos.

Vale destacar que o comércio ilegal de peças é alimentado justamente por essa demanda: quanto maior o número de exemplares de uma moto circulando, maior a probabilidade de haver procura por peças de reposição, incentivando o furto desses modelos específicos.
Como reduzir o risco de ter a moto furtada?
Para quem possui ou pretende adquirir uma das motos mais visadas, investir em estratégias de proteção se tornou uma prática indispensável em 2025. Algumas medidas recomendadas envolvem tanto o comportamento do motociclista quanto a utilização de equipamentos específicos, como:
- Instalação de alarmes e travas especializadas;
- Rastreamento via GPS, possibilitando ação rápida em situações de furto;
- Estacionar sempre em locais iluminados e com fluxo constante de pessoas;
- Evitar rotinas previsíveis, variando trajetos e horários quando possível;
- Registrar o veículo em aplicativos ou serviços de monitoramento compartilhado.
Além dessas medidas, é importante manter sempre a documentação em dia e considerar a contratação de seguros específicos para motocicletas, serviço que vem se popularizando devido à facilidade de contratação e custo relativamente reduzido em relação aos prejuízos causados por furtos.
O impacto do aumento dos furtos no cotidiano dos motociclistas
Além das perdas financeiras, o aumento dos furtos de motos altera significativamente o comportamento dos motociclistas, exigindo maior atenção à segurança em todas as etapas do deslocamento. O crescimento da frota destinada a entregas rápidas e trabalho autônomo intensifica ainda mais a preocupação com a perda do principal instrumento de renda de milhares de trabalhadores brasileiros.
Diante desse panorama, torna-se indispensável o fortalecimento das políticas públicas voltadas à segurança viária, além do incentivo à conscientização coletiva sobre práticas de prevenção. Ressalta-se o papel das próprias montadoras, que vêm investindo cada vez mais em tecnologias antifurto embarcadas e oferecendo informações sobre a proteção de seus modelos.
O enfrentamento aos furtos de motos no Brasil em 2025 demanda ação conjunta entre usuários, fabricantes e órgãos públicos, visando garantir que o uso desse meio de transporte continue sendo seguro e eficiente para a população urbana.
