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O INSS começa a pagar o 13º salário em abril e vai ajudar milhões de pessoas

App INSS - Créditos: depositphotos.com / rmcarvalhobsb

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O pagamento do 13º salário do INSS em 2026 movimenta a renda de milhões de aposentados e pensionistas em todo o país. O abono anual é liberado em duas parcelas, creditadas junto com o benefício mensal, seguindo o mesmo calendário já conhecido pelos segurados. A antecipação para o primeiro semestre, mantida nos últimos anos, reforça a importância de atenção às datas, aos valores e às regras de tributação.

Quem tem direito ao 13º salário do INSS em 2026?

O 13º salário do INSS é destinado aos segurados que recebem benefícios de caráter previdenciário. Estão incluídos aposentadorias, pensões por morte, auxílio por incapacidade temporária e outros benefícios que substituem a renda do trabalho. Em todos esses casos, o abono anual é calculado com base no valor do benefício de cada segurado, podendo ser integral ou proporcional ao tempo de recebimento no ano.

Alguns programas assistenciais não entram nessa regra. Beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da Renda Mensal Vitalícia (RMV) não recebem 13º pelo INSS, pois esses pagamentos não têm natureza previdenciária, e sim assistencial. Essa distinção costuma gerar dúvidas, por isso é importante confirmar, sempre, o tipo de benefício em manutenção.

  • Recebem 13º: aposentadorias, pensões por morte, benefícios por incapacidade;
  • Não recebem 13º: BPC/LOAS, RMV e demais benefícios estritamente assistenciais;
  • Novos benefícios no ano: recebem valor proporcional aos meses em que houve pagamento.

Como funciona o calendário do 13º salário do INSS?

O calendário do 13º do INSS segue a mesma lógica dos pagamentos mensais. Primeiro são pagos os benefícios de até um salário-mínimo previdenciário e, em seguida, os valores acima desse piso, até o teto do INSS. As datas são organizadas de acordo com o número final do benefício, desconsiderando o dígito verificador.

Na prática, o segurado recebe a primeira parcela junto com o benefício de uma competência específica e a segunda parcela no mês seguinte, também atrelada ao pagamento mensal. Essa divisão em duas etapas permite escalonar o fluxo de caixa da Previdência Social e, ao mesmo tempo, distribuir a entrada de recursos ao longo de algumas semanas.

  1. Identificar o número final do benefício, sem o dígito;
  2. Verificar na tabela oficial o dia correspondente para quem ganha até um salário-mínimo;
  3. Conferir, em outra faixa, as datas para quem recebe acima do piso previdenciário;
  4. Acompanhar o extrato próximo às datas, para confirmar o crédito das parcelas do abono.
App Meu INSS - Créditos: depositphotos.com / LuisLimaJr
App Meu INSS – Créditos: depositphotos.com / LuisLimaJr

Como é calculado o 13º do INSS e quando há proporcionalidade?

Para quem já recebia o benefício desde o início do ano, o 13º salário previdenciário costuma ser calculado tomando como base o valor mensal, sendo a primeira parcela, em geral, correspondente a cerca de metade desse valor. A segunda parcela traz o complemento e, quando for o caso, os descontos previstos em lei, como o Imposto de Renda para quem se enquadra nas faixas de tributação.

Quando o benefício começou ao longo do ano, o 13º do INSS proporcional considera apenas os meses em que houve pagamento. Situação semelhante ocorre com o auxílio por incapacidade temporária, cujo abono também leva em conta o período efetivo de concessão. Benefícios iniciados após a data das duas parcelas regulares costumam ter o abono pago em competência posterior, em geral no fim do ano, de forma única.

  • Benefício ativo desde janeiro: direito ao valor cheio do 13º;
  • Benefício concedido no meio do ano: cálculo proporcional aos meses recebidos;
  • Auxílio temporário: valor ajustado ao tempo de afastamento;
  • Benefício concedido após o calendário principal: pagamento em parcela única posterior.

Há desconto de Imposto de Renda no 13º salário do INSS?

O tratamento tributário do 13º dos aposentados do INSS segue as regras gerais do Imposto de Renda. Em muitos casos, a primeira parcela é paga sem descontos, enquanto a segunda pode sofrer retenção, conforme a renda total do segurado e a tabela vigente. A cobrança ocorre apenas para quem ultrapassa os limites de isenção, considerando também outras fontes de renda tributável.

Segurados com idade a partir de 65 anos podem ter faixas específicas de isenção sobre aposentadorias e pensões, respeitando o que está previsto na legislação. Há ainda situações de isenção por doença grave, desde que o benefício esteja formalmente enquadrado nessas condições. Nesses casos, a renda pode ficar total ou parcialmente livre da incidência de Imposto de Renda, o que impacta diretamente o valor líquido do 13º recebido.

Por que o 13º do INSS exige atenção de segurados e da contabilidade?

O 13º salário do INSS em 2026 envolve não apenas o recebimento do abono, mas também a correta apuração de rendimentos para fins de organização financeira e de cumprimento de obrigações fiscais. Profissionais de contabilidade acompanham o calendário, conferem extratos, calculam rendimentos tributáveis e orientam contribuintes que somam a renda previdenciária a salários, aluguéis, pensões privadas e outras fontes.

Entre os pontos observados estão a identificação de valores sujeitos a tributação na segunda parcela, o cruzamento com demais rendimentos e o respeito às isenções previstas, inclusive para idosos e pessoas com doenças graves. O entendimento adequado dessas regras contribui para evitar divergências em declarações de Imposto de Renda e para manter em dia o controle das finanças de quem depende do benefício previdenciário como principal fonte de renda.

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